Chapeleiro maluco de Mesquita esconde "Cidade limpa com Educação" para de baixo do chapéu.
Muitos são os problemas enfrentados pela Secretaria de Educação de Mesquita. Não é de hoje que os alunos da rede municipal não recebem merenda de qualidade. Mas as dificuldades vão muito além do cardápio do almoço servir pão e suco em pó.
Um exemplo, e que vem se agravando, é a falta de professores. Está virando rotina o período regular das aulas não ser cumprido em terras mesquitenses. Quem passa por volta das 10h na Praça do Cosmorama, vai se deparar com alunos da Escola Municipal Deoclécio Dias Machado Filho de bobeira. Eles, nada fazem por lá. E segundo a direção da escola, faltam professores. Enquanto isso, um horário que deveria ser produtivo, voltado para a capacitação e crescimento dos nossos jovens, está sendo jogado literalmente no lixo. E isso vem se repetindo em outras unidades escolares, administradas pela prefeitura.
Enquanto isso, o prefeito Gelsinho Guerreiro, muito se dedica na pintura do seu slogam “Cidade Limpa com Educação”. Realmente os muros, postes e meio-fio agradecem a maquiagem. Mas a Educação foi esquecida na cidade mais jovem da Baixada Fluminense.


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